sábado, outubro 24, 2009

...E Ainda Mais Elucubrações!!!

Retomando as elucubrações anteriores, vou responder a alguns comentários, expressos neste tema, do meu blog e não só.

A Alexandra primeiro: A teoria que apresento, pressupõe, precisamente, que todos os acontecimentos são dependentes! Na verdade, não há acontecimentos independentes. A independência dos acontecimentos é uma abstracção e simplificação que fazemos dos fenómenos, por uma questão prática.
Por exemplo:
Em lanço um dado e a seguir, lanço uma moeda ao ar. Pergunta-se: a probabilidade de sair cara tem alguma coisa a ver com o resultado do dado que lancei anteriormente? Claro que não, os dois acontecimentos são independentes…!
…Mas… Serão mesmo?

Se examinarmos todos os ínfimos factores que interferem com ambas as jogadas, incluindo deslocação do vento, características físicas do dado e da moeda, todos os movimentos de lançamento da moeda e do dado, teríamos que concluir que esses milhares de micro sub-eventos determinaram o resultado!
As equações que apresento, portanto, expressam o modo de calcular acontecimentos dependentes, pois tudo está dependente de tudo!

Sobre o conceito de “igual”, é muito simples, a “Alexandra” repete-se infinitamente no Kosmos infinito no tempo e no espaço - e a identificação de qualquer repetição é confirmada por qualquer análise que um ser humano possa fazer, ainda que munido de instrumentos de grande alcance e rigor, como, por exemplo, microscópios, espectrómetros, TAC, etc.
E, para além da Alexandra, há todas as suas variantes que se possa imaginar – aliás, nós estamos sempre a variar, a nossa pressão arterial e demais parâmetros vitais nunca permanecem constantes.
Até existe uma Alexandra, igualzinha fisicamente à minha amiga, mas que, ao contrário dela, diz que não “sou de falas, de ver caras, de adivinhar sentimentos e emoções contidas nelas e nas palavras proferidas”, pois prefere “inventar as entoações pretendidas nos textos escritos”, em oposição ao modo como a Alexandra se descreve no seu comentário colocado nas minhas “elucubrações”!

Um dia destes, volto à carga…

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